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Candidíase Vaginal

Candidíase Vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção causada por fungos das espécies de Candida, sendo a Candida albicans a mais comum, embora outras espécies como Candida glabrata também possam estar envolvidas.

São várias as causas para o desenvolvimento de infecção por Cândida:

  • Alterações hormonais: A Gravidez e a terapia de reposição hormonal podem predispor ao desenvolvimento de candidíase vaginal.
  • Diabetes mellitus: O controle inadequado da glicemia pode aumentar a suscetibilidade à infecção.
  • Imunossupressão: Condições como infecção pelo HIV e uso de corticosteroides podem comprometer a resposta imune e aumentar o risco de candidíase.
  • Uso de antibióticos: Antibióticos podem alterar a microbiota vaginal, favorecendo o crescimento de Candida.
  • Uso de contraceptivos: Os anticoncepcionais orais, transdérmicos e vaginais, bem como os dispositivos intrauterinos e espermicidas podem estar associados a um risco aumentado.
  • Higiene e vestuário: Hábitos de higiene inadequados e o uso de roupas apertadas ou úmidas podem criar um ambiente favorável para o crescimento de Candida.
  • Práticas sexuais: Certas práticas sexuais podem influenciar a microbiota vaginal e predispor à infecção.
  • Alterações da flora vaginal e pH: Podem ser causados por hábitos alimentares, roupas ou uso de produtos para higiene pessoal. 
  • Estresse crônico capacidade antioxidante reduzida também foram associados à candidíase vaginal recorrente.

Para prevenir a candidíase vaginal, é importante considerar os diversos fatores ditos acima que contribuem para o seu desenvolvimento, podendo listar as seguintes medidas como sendo eficazes em prevenir a candidíase:

  1. Controle glicêmico: Manter um bom controle dos níveis de glicose no sangue é crucial para pacientes com diabetes mellitus, pois a hiperglicemia pode aumentar a suscetibilidade à infecção por Candida.[1]
  1. Evitar o uso prolongado de antibióticos: Sempre que possível, evitar o uso prolongado de antibióticos, pois eles podem alterar a microbiota vaginal e favorecer o crescimento de Candida.[1]
  2. Higiene adequada: Manter a área genital seca e limpa. Evitar o uso de roupas apertadas e úmidas, e trocar roupas molhadas, como trajes de banho, o mais rápido possível.[2]
  1. Uso de roupas adequadas: Preferir roupas íntimas de algodão e evitar roupas sintéticas e apertadas que podem aumentar a umidade na região perineal.[2]
  1. Troca de Roupas Molhadas: Trocar roupas molhadas, como trajes de banho, o mais rápido possível para evitar um ambiente úmido que favorece o crescimento de Candida.

        6. Moderação no consumo de açúcares: Reduzir a ingestão de alimentos e            bebidas açucaradas pode ajudar a diminuir a frequência de recidivas de candidíase vaginal.

  1. Gestão do estresse: Reduzir o estresse crônico e melhorar a capacidade antioxidante do organismo pode ser benéfico, uma vez que o estresse crônico e a capacidade antioxidante reduzida são fatores predisponentes para a candidíase vaginal recorrente. As terapias cognitivo-comportamentais podem ajudar e serem uma arma a mais contra a candidíase.
  1. Uso de contraceptivos: Considerar a interrupção do uso de anticoncepcionais, se possível, pois eles podem estar associados a um risco aumentado de candidíase.
  1. Práticas sexuais seguras: Usar preservativos pode ser um fator protetor contra a candidíase vaginal. É importante ressaltar que o preservativo não previne a transmissão da candidíase ao parceiro, já que a transmissão ocorre pelo contato pele-a – pele. Entretanto, diminui o percentual. Além disso, é importante limpar a vulva antes e depois das relações sexuais.
  1. Dieta: A dieta pode influenciar na prevenção da candidíase vaginal de várias maneiras. A Redução da ingestão de açúcares é uma das estratégias mais importantes, pois o consumo elevado de açúcares pode promover o crescimento de Candida. Além disso, o consumo de iogurte contendo Lactobacillus acidophilus tem mostrado ser eficaz na redução da colonização e infecção por Candida. Um estudo de Hilton et al. demonstrou que a ingestão diária de 240ml de iogurte contendo Lactobacillus acidophilus resultou em uma diminuição significativa tanto na colonização quanto nas infecções por Candida, cerca de 3 vezes menos.[5]

O consumo de alimentos ricos em vitamina D como peixes gordurosos (salmão, atum, sardinha), fígado bovino, queijo e gemas de ovo também pode ser benéfico. Um estudo de Amegah et al. indicou que a baixa exposição ao sol e a baixa ingestão de alimentos ricos em vitamina D estão associadas a um aumento nas chances de candidíase vulvovaginal.[6]

Portanto, uma dieta que inclua a redução de açúcares, o consumo de iogurte com probióticos e alimentos ricos em vitamina D.

  1. Evitar Produtos Irritantes: Evitar o uso de produtos irritantes na área genital, como sprays, perfumes e sabonetes perfumados, que podem alterar o equilíbrio da microbiota vaginal
  1. Consulta médica: Discutir com o médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente antibióticos, esteroides ou contraceptivos, para avaliar a necessidade de ajustes.[2]

As mulheres com mais risco de desenvolver candidíase são:

  • Grávidas
  • Diabéticas
  • Usuárias de antibióticos
  • Mulheres imunossuprimidas
  • Usuárias de contraceptivos hormonais
  • Mulheres que utilizam roupas apertadas ou sintéticas: Roupas que aumentam a umidade na região genital podem favorecer o crescimento de Candida.[5]
  • Mulheres que praticam duchas vaginais frequentes: Esse hábito pode alterar o equilíbrio da microbiota vaginal, predispondo a infecções.[5]
  • Mulheres com estresse crônico

 A candidíase vaginal é mais frequente em mulheres jovens e de meia-idade, especialmente na faixa etária entre 15 e 44 anos. Em mulheres pós-menopáusicas, a infecção por candidíase é menos frequente.

A candidíase vaginal durante a gravidez pode ter vários efeitos adversos na saúde do bebê. Estudos indicam que a infecção por Candida pode aumentar o risco de aborto, infecção intrauterina, ruptura prematura das membranas e parto prematuro. Esses riscos são atribuídos às alterações hormonais e imunológicas que ocorrem durante a gravidez, criando um ambiente favorável para o crescimento de Candida.

A infecção por Candida pode levar a complicações como baixo peso ao nascer e parto prematuro. Um estudo demonstrou que a colonização vaginal assintomática por Candida em mulheres grávidas está associada a taxas mais altas de parto prematuro e baixo peso ao nascer.[8] Outro estudo mostrou que a colonização vaginal por Candida no segundo trimestre está associada a um risco maior de parto prematuro e menor peso neonatal em comparação com a colonização no primeiro trimestre.

Além disso, a candidíase vaginal pode resultar em transmissão vertical de Candida para o recém-nascido, o que pode levar a infecções neonatais, como sepse neonatal. A colonização materna por Candida foi associada a uma taxa de transmissão vertical de 44,9% em um estudo realizado na Etiópia.

A infecção por Candida também pode afetar o desenvolvimento placentário, resultando em anomalias estruturais na placenta e redução da formação de vasos placentários, o que pode comprometer o crescimento fetal.[7] 

Portanto, é crucial que a candidíase vaginal seja diagnosticada e tratada adequadamente durante a gravidez para minimizar os riscos à saúde do bebê.

Referências

1.

Vulvovaginal Candidiasis: Epidemiology, Microbiology and Risk Factors.

Gonçalves B, Ferreira C, Alves CT, et al.

Critical Reviews in Microbiology. 2016;42(6):905-27. doi:10.3109/1040841X.2015.1091805.

 Leading Journal 

2.

It Takes Two to Tango: How a Dysregulation of the Innate Immunity, Coupled With Virulence, Triggers VVC Onset.

Ardizzoni A, Wheeler RT, Pericolini E.

Frontiers in Microbiology. 2021;12:692491. doi:10.3389/fmicb.2021.692491.

3.

VAGISTAT. Label via DailyMed.

Food and Drug Administration

Updated date: 2024-06-22

4.

Incident and Persistent Vulvovaginal Candidiasis Among Human Immunodeficiency Virus-Infected Women: Risk Factors and Severity.

Duerr A, Heilig CM, Meikle SF, et al.

Obstetrics and Gynecology. 2003;101(3):548-56. doi:10.1016/s0029-7844(02)02729-1.

5.

Ingestion of Yogurt Containing Lactobacillus Acidophilus as Prophylaxis for Candidal Vaginitis.

Hilton E, Isenberg HD, Alperstein P, France K, Borenstein MT.

Annals of Internal Medicine. 1992;116(5):353-7. doi:10.7326/0003-4819-116-5-353.

 6.

Sunlight Exposure, Consumption of Vitamin D-Rich Foods and Vulvovaginal Candidiasis in an African Population: A Prevalence Case-Control Study.

Amegah AK, Baffour FK, Appiah A, Adu-Frimpong E, Wagner CL.

European Journal of Clinical Nutrition. 2020;74(3):518-526. doi:10.1038/s41430-019-0517-7.

7.

Vaginal Exposure to During Early Gestation Results in Adverse Pregnancy Outcomes Inhibiting Placental Development.

Dong Z, Fan C, Hou W, et al.

Frontiers in Microbiology. 2021;12:816161. doi:10.3389/fmicb.2021.816161.

8.

Effect of Asymptomatic Vaginal Colonization With Candida Albicans on Pregnancy Outcome.

Farr A, Kiss H, Holzer I, et al.

Acta Obstetricia Et Gynecologica Scandinavica. 2015;94(9):989-96. doi:10.1111/aogs.12697.

9.

The Colonization With Candida Species Is More Harmful in the Second Trimester of Pregnancy.

Holzer I, Farr A, Kiss H, Hagmann M, Petricevic L.

Archives of Gynecology and Obstetrics. 2017;295(4):891-895. doi:10.1007/s00404-017-4331-y.

10.

Vaginal Colonization and Vertical Transmission of Candida Species: Prevalence and Associated Factors Among Pregnant Women and Their Neonates at Public Health Facilities of Northeast Ethiopia.

Gedefie A, Shimeles G, Motbainor H, Kassanew B, Genet C.

BMC Pregnancy and Childbirth. 2025;25(1):22. doi:10.1186/s12884-024-07103-

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Candidíase Vaginal

Candidíase Vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção causada por fungos das espécies de Candida, sendo a Candida albicans a mais comum, embora outras espécies como Candida glabrata também possam estar envolvidas.

São várias as causas para o desenvolvimento de infecção por Cândida:

  • Alterações hormonais: A Gravidez e a terapia de reposição hormonal podem predispor ao desenvolvimento de candidíase vaginal.
  • Diabetes mellitus: O controle inadequado da glicemia pode aumentar a suscetibilidade à infecção.
  • Imunossupressão: Condições como infecção pelo HIV e uso de corticosteroides podem comprometer a resposta imune e aumentar o risco de candidíase.
  • Uso de antibióticos: Antibióticos podem alterar a microbiota vaginal, favorecendo o crescimento de Candida.
  • Uso de contraceptivos: Os anticoncepcionais orais, transdérmicos e vaginais, bem como os dispositivos intrauterinos e espermicidas podem estar associados a um risco aumentado.
  • Higiene e vestuário: Hábitos de higiene inadequados e o uso de roupas apertadas ou úmidas podem criar um ambiente favorável para o crescimento de Candida.
  • Práticas sexuais: Certas práticas sexuais podem influenciar a microbiota vaginal e predispor à infecção.
  • Alterações da flora vaginal e pH: Podem ser causados por hábitos alimentares, roupas ou uso de produtos para higiene pessoal. 
  • Estresse crônico capacidade antioxidante reduzida também foram associados à candidíase vaginal recorrente.

Para prevenir a candidíase vaginal, é importante considerar os diversos fatores ditos acima que contribuem para o seu desenvolvimento, podendo listar as seguintes medidas como sendo eficazes em prevenir a candidíase:

  1. Controle glicêmico: Manter um bom controle dos níveis de glicose no sangue é crucial para pacientes com diabetes mellitus, pois a hiperglicemia pode aumentar a suscetibilidade à infecção por Candida.[1]
  1. Evitar o uso prolongado de antibióticos: Sempre que possível, evitar o uso prolongado de antibióticos, pois eles podem alterar a microbiota vaginal e favorecer o crescimento de Candida.[1]
  2. Higiene adequada: Manter a área genital seca e limpa. Evitar o uso de roupas apertadas e úmidas, e trocar roupas molhadas, como trajes de banho, o mais rápido possível.[2]
  1. Uso de roupas adequadas: Preferir roupas íntimas de algodão e evitar roupas sintéticas e apertadas que podem aumentar a umidade na região perineal.[2]
  1. Troca de Roupas Molhadas: Trocar roupas molhadas, como trajes de banho, o mais rápido possível para evitar um ambiente úmido que favorece o crescimento de Candida.

        6. Moderação no consumo de açúcares: Reduzir a ingestão de alimentos e            bebidas açucaradas pode ajudar a diminuir a frequência de recidivas de candidíase vaginal.

  1. Gestão do estresse: Reduzir o estresse crônico e melhorar a capacidade antioxidante do organismo pode ser benéfico, uma vez que o estresse crônico e a capacidade antioxidante reduzida são fatores predisponentes para a candidíase vaginal recorrente. As terapias cognitivo-comportamentais podem ajudar e serem uma arma a mais contra a candidíase.
  1. Uso de contraceptivos: Considerar a interrupção do uso de anticoncepcionais, se possível, pois eles podem estar associados a um risco aumentado de candidíase.
  1. Práticas sexuais seguras: Usar preservativos pode ser um fator protetor contra a candidíase vaginal. É importante ressaltar que o preservativo não previne a transmissão da candidíase ao parceiro, já que a transmissão ocorre pelo contato pele-a – pele. Entretanto, diminui o percentual. Além disso, é importante limpar a vulva antes e depois das relações sexuais.
  1. Dieta: A dieta pode influenciar na prevenção da candidíase vaginal de várias maneiras. A Redução da ingestão de açúcares é uma das estratégias mais importantes, pois o consumo elevado de açúcares pode promover o crescimento de Candida. Além disso, o consumo de iogurte contendo Lactobacillus acidophilus tem mostrado ser eficaz na redução da colonização e infecção por Candida. Um estudo de Hilton et al. demonstrou que a ingestão diária de 240ml de iogurte contendo Lactobacillus acidophilus resultou em uma diminuição significativa tanto na colonização quanto nas infecções por Candida, cerca de 3 vezes menos.[5]

O consumo de alimentos ricos em vitamina D como peixes gordurosos (salmão, atum, sardinha), fígado bovino, queijo e gemas de ovo também pode ser benéfico. Um estudo de Amegah et al. indicou que a baixa exposição ao sol e a baixa ingestão de alimentos ricos em vitamina D estão associadas a um aumento nas chances de candidíase vulvovaginal.[6]

Portanto, uma dieta que inclua a redução de açúcares, o consumo de iogurte com probióticos e alimentos ricos em vitamina D.

  1. Evitar Produtos Irritantes: Evitar o uso de produtos irritantes na área genital, como sprays, perfumes e sabonetes perfumados, que podem alterar o equilíbrio da microbiota vaginal
  1. Consulta médica: Discutir com o médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente antibióticos, esteroides ou contraceptivos, para avaliar a necessidade de ajustes.[2]

As mulheres com mais risco de desenvolver candidíase são:

  • Grávidas
  • Diabéticas
  • Usuárias de antibióticos
  • Mulheres imunossuprimidas
  • Usuárias de contraceptivos hormonais
  • Mulheres que utilizam roupas apertadas ou sintéticas: Roupas que aumentam a umidade na região genital podem favorecer o crescimento de Candida.[5]
  • Mulheres que praticam duchas vaginais frequentes: Esse hábito pode alterar o equilíbrio da microbiota vaginal, predispondo a infecções.[5]
  • Mulheres com estresse crônico

 A candidíase vaginal é mais frequente em mulheres jovens e de meia-idade, especialmente na faixa etária entre 15 e 44 anos. Em mulheres pós-menopáusicas, a infecção por candidíase é menos frequente.

A candidíase vaginal durante a gravidez pode ter vários efeitos adversos na saúde do bebê. Estudos indicam que a infecção por Candida pode aumentar o risco de aborto, infecção intrauterina, ruptura prematura das membranas e parto prematuro. Esses riscos são atribuídos às alterações hormonais e imunológicas que ocorrem durante a gravidez, criando um ambiente favorável para o crescimento de Candida.

A infecção por Candida pode levar a complicações como baixo peso ao nascer e parto prematuro. Um estudo demonstrou que a colonização vaginal assintomática por Candida em mulheres grávidas está associada a taxas mais altas de parto prematuro e baixo peso ao nascer.[8] Outro estudo mostrou que a colonização vaginal por Candida no segundo trimestre está associada a um risco maior de parto prematuro e menor peso neonatal em comparação com a colonização no primeiro trimestre.

Além disso, a candidíase vaginal pode resultar em transmissão vertical de Candida para o recém-nascido, o que pode levar a infecções neonatais, como sepse neonatal. A colonização materna por Candida foi associada a uma taxa de transmissão vertical de 44,9% em um estudo realizado na Etiópia.

A infecção por Candida também pode afetar o desenvolvimento placentário, resultando em anomalias estruturais na placenta e redução da formação de vasos placentários, o que pode comprometer o crescimento fetal.[7] 

Portanto, é crucial que a candidíase vaginal seja diagnosticada e tratada adequadamente durante a gravidez para minimizar os riscos à saúde do bebê.

Referências

1.

Vulvovaginal Candidiasis: Epidemiology, Microbiology and Risk Factors.

Gonçalves B, Ferreira C, Alves CT, et al.

Critical Reviews in Microbiology. 2016;42(6):905-27. doi:10.3109/1040841X.2015.1091805.

 Leading Journal 

2.

It Takes Two to Tango: How a Dysregulation of the Innate Immunity, Coupled With Virulence, Triggers VVC Onset.

Ardizzoni A, Wheeler RT, Pericolini E.

Frontiers in Microbiology. 2021;12:692491. doi:10.3389/fmicb.2021.692491.

3.

VAGISTAT. Label via DailyMed.

Food and Drug Administration

Updated date: 2024-06-22

4.

Incident and Persistent Vulvovaginal Candidiasis Among Human Immunodeficiency Virus-Infected Women: Risk Factors and Severity.

Duerr A, Heilig CM, Meikle SF, et al.

Obstetrics and Gynecology. 2003;101(3):548-56. doi:10.1016/s0029-7844(02)02729-1.

5.

Ingestion of Yogurt Containing Lactobacillus Acidophilus as Prophylaxis for Candidal Vaginitis.

Hilton E, Isenberg HD, Alperstein P, France K, Borenstein MT.

Annals of Internal Medicine. 1992;116(5):353-7. doi:10.7326/0003-4819-116-5-353.

 6.

Sunlight Exposure, Consumption of Vitamin D-Rich Foods and Vulvovaginal Candidiasis in an African Population: A Prevalence Case-Control Study.

Amegah AK, Baffour FK, Appiah A, Adu-Frimpong E, Wagner CL.

European Journal of Clinical Nutrition. 2020;74(3):518-526. doi:10.1038/s41430-019-0517-7.

7.

Vaginal Exposure to During Early Gestation Results in Adverse Pregnancy Outcomes Inhibiting Placental Development.

Dong Z, Fan C, Hou W, et al.

Frontiers in Microbiology. 2021;12:816161. doi:10.3389/fmicb.2021.816161.

8.

Effect of Asymptomatic Vaginal Colonization With Candida Albicans on Pregnancy Outcome.

Farr A, Kiss H, Holzer I, et al.

Acta Obstetricia Et Gynecologica Scandinavica. 2015;94(9):989-96. doi:10.1111/aogs.12697.

9.

The Colonization With Candida Species Is More Harmful in the Second Trimester of Pregnancy.

Holzer I, Farr A, Kiss H, Hagmann M, Petricevic L.

Archives of Gynecology and Obstetrics. 2017;295(4):891-895. doi:10.1007/s00404-017-4331-y.

10.

Vaginal Colonization and Vertical Transmission of Candida Species: Prevalence and Associated Factors Among Pregnant Women and Their Neonates at Public Health Facilities of Northeast Ethiopia.

Gedefie A, Shimeles G, Motbainor H, Kassanew B, Genet C.

BMC Pregnancy and Childbirth. 2025;25(1):22. doi:10.1186/s12884-024-07103-

Referências

1.

Labor Dystocia in Nulliparous Women.

LeFevre NM, Krumm E, Cobb WJ.

American Family Physician. 2021;103(2):90-96.

2.

The Latent Phase of Labor.

Cohen WR, Friedman EA.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2023;228(5S):S1017-S1024. doi:10.1016/j.ajog.2022.04.029.

3.

Defining and Managing Normal and Abnormal First Stage of Labor.

Rhoades JS, Cahill AG.

Obstetrics and Gynecology Clinics of North America. 2017;44(4):535-545. doi:10.1016/j.ogc.2017.07.001.

4. 

The Active Phase of Labor.

Friedman EA, Cohen WR.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2023;228(5S):S1037-S1049. doi:10.1016/j.ajog.2021.12.269.

5.

Parturition at Term: Induction, Second and Third Stages of Labor, and Optimal Management of Life-Threatening Complications-Hemorrhage, Infection, and Uterine Rupture.

Romero R, Sabo Romero V, Kalache KD, Stone J.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2024;230(3S):S653-S661. doi:10.1016/j.ajog.2024.02.005.

  • Doenças cardiovasculares:Mulheres com doenças cardíacas congênitas ou adquiridas, como hipertensão crônica ou insuficiência cardíaca, têm maior risco de complicações como pré-eclâmpsia e parto prematuro. Essas condições podem prolongar o primeiro estágio do trabalho de parto e aumentar a necessidade de intervenções, como cesariana.[1-2]
  • Obesidade:Mulheres obesas apresentam um progresso mais lento do trabalho de parto, especialmente antes de 6 cm de dilatação cervical, o que pode levar a um aumento na duração do primeiro estágio e maior necessidade de oxitocina para indução.[3-4]

Segundo estágio:

  • Diabetes mellitus:Tanto o diabetes gestacional quanto o pré-existente podem aumentar o risco de macrossomia fetal, o que pode prolongar o segundo estágio do trabalho de parto e aumentar a probabilidade de parto instrumental ou cesariana.[2][5]
  • Doenças pulmonares:Condições como asma e hipertensão pulmonar podem dificultar o esforço expulsivo da mãe, prolongando o segundo estágio e aumentando o risco de complicações maternas e neonatais.[1-2]

Terceiro estágio:

  • Distúrbios de coagulação:Mulheres com condições como trombofilia ou doenças hepáticas têm um risco aumentado de hemorragia pós-parto, o que pode complicar o terceiro estágio do trabalho de parto.[2][6]
  • Infecções:A presença de infecções maternas, como corioamnionite, pode aumentar o risco de complicações infecciosas durante o terceiro estágio, incluindo endometrite e sepse.[7-8]

Essas informações são baseadas em diretrizes e estudos clínicos, incluindo as recomendações da Society for Maternal-Fetal Medicine, que destacam a importância de monitoramento e cuidados adicionais para mulheres com condições crônicas durante o trabalho de parto.[2][9]

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References

1.

Maternal Comorbidities and Complications of Delivery in Pregnant Women With Congenital Heart Disease.

Schlichting LE, Insaf TZ, Zaidi AN, Lui GK, Van Zutphen AR.

Journal of the American College of Cardiology. 2019;73(17):2181-2191. doi:10.1016/j.jacc.2019.01.069.

 Leading Journal 

2.

Society for Maternal-Fetal Medicine Consult Series #54: Assessing the Risk of Maternal morbidity and Mortality.

Lappen JR, Pettker CM, Louis JM.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2021;224(4):B2-B15. doi:10.1016/j.ajog.2020.12.006.

3.

Maternal Prepregnancy Overweight and Obesity and the Pattern of Labor Progression in Term Nulliparous Women.

Vahratian A, Zhang J, Troendle JF, Savitz DA, Siega-Riz AM.

Obstetrics and Gynecology. 2004;104(5 Pt 1):943-51. doi:10.1097/01.AOG.0000142713.53197.91.

4.

Effect of Maternal BMI on Labor Outcomes in Primigravida Pregnant Women.

Khalifa E, El-Sateh A, Zeeneldin M, et al.

BMC Pregnancy and Childbirth. 2021;21(1):753. doi:10.1186/s12884-021-04236-z.

5.

First Stage of Labor Progression in Women With Large-for-Gestational Age Infants.

Blankenship SA, Woolfolk CL, Raghuraman N, et al.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2019;221(6):640.e1-640.e11. doi:10.1016/j.ajog.2019.06.042.

6.

Maternal Morbidity and Risk of Death at Delivery Hospitalization.

Campbell KH, Savitz D, Werner EF, et al.

Obstetrics and Gynecology. 2013;122(3):627-33. doi:10.1097/AOG.0b013e3182a06f4e.

7.

Maternal Inflammatory Markers and Term Labor Performance.

Cierny JT, Unal ER, Flood P, et al.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2014;210(5):447.e1-6. doi:10.1016/j.ajog.2013.11.038.

8.

Maternal Age and Risk of Labor and Delivery Complications.

Cavazos-Rehg PA, Krauss MJ, Spitznagel EL, et al.

Maternal and Child Health Journal. 2015;19(6):1202-11. doi:10.1007/s10995-014-1624-7.

9.

Society for Maternal-Fetal Medicine Consult Series #55: Counseling Women at Increased Risk of Maternal Morbidity and Mortality.

Kaimal A, Norton ME.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2021;224(4):B16-B23. doi:10.1016/j.ajog.2020.12.007.

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